sexta-feira, 14 de junho de 2013

 

Transporte gratuito é realidade em cidades brasileiras

GABRIELA VIEIRA
Agência Estado 14.06.2013. 07:05 hs.
A tarifa zero para o transporte coletivo, uma das bandeiras levantadas pelos manifestantes que protestam contra o aumento da passagem em São Paulo, já é uma realidade em cidades do interior do Brasil. Os municípios de Porto Real, no Rio de Janeiro, Ivaiporã, no Paraná, e Agudos, em São Paulo, oferecem a gratuidade do transporte.

Somadas, as populações das três cidades não ultrapassam os 100 mil habitantes, enquanto a capital paulista possui mais de 11 milhões de moradores, de acordo com o último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da diferença de tamanho territorial e populacional, alguns especialistas nas áreas de Mobilidade Urbana e Administração Pública acreditam ser possível a aplicação da tarifa zero na capital.

"A tarifa zero independe do tamanho da cidade. Ela é possível, mas depende do planejamento financeiro de cada município. Numa cidade do tamanho de São Paulo, o planejamento técnico precisa ser muito maior, além de envolver também os governos estadual e federal", explica Lúcio Gregori, que foi secretário de Transportes da cidade durante a gestão de Luiza Erundina (PT), em 1990. Ele foi responsável pelo projeto da tarifa zero para a cidade, que acabou não sendo votada pela Câmara de Vereadores na época.

Gregori afirma que a gratuidade do transporte coletivo já é uma realidade - e bem sucedida - em cidades de médio porte em outros países. "Nos Estados Unidos, há 32 cidades com média de 400 a 500 mil habitantes que adotam a tarifa zero". Especialistas em Mobilidade Urbana e Administração Pública da Unicamp e da Unesp também destacam a experiência em diversas cidades de médio porte da Europa, entre elas a capital da Estônia, Talinn. Sidney, na Austrália, também oferece linhas de ônibus gratuitas. No Brasil, a cidade de Paulínia, que fica a 118 km de São Paulo e tem mais de 82 mil habitantes, teve tarifa zero até 1990.

Na época em que administrava a pasta, a proposta de Gregori era subsidiar as tarifas dos ônibus (de responsabilidade da Prefeitura) com a arrecadação do IPTU - que é um tributo municipal. A ideia era realizar um aumento proporcional ao valor do imóvel, "assim casas de luxo e imóveis comerciais teriam uma elevação maior de tributo". Segundo o ex-secretário, o projeto não chegou nem a ser votado por disputa política e de interesse econômico das empresas que detêm a concessão dos transportes. "Mas uma pesquisa feita em dezembro de 1990 revelou que 76% da população era favorável ao aumento do imposto, desde que destinado ao transporte público."

Segundo as secretarias de Transporte das cidades brasileiras que praticam a tarifa zero, o subsídio é 100% sustentado pela arrecadação municipal, mas não exclusivamente do IPTU. "A tarifa zero é uma questão de investimento do transporte coletivo em detrimento do individual, de socialização dos recursos do transporte urbano", resume o especialista em Administração Pública da Unesp, Álvaro Guedes.

Prós e Contras

Quem defende a ideia argumenta que o transporte coletivo gratuito traz ganhos econômicos para a cidade. "Em primeiro lugar todas as atividades econômicas só são viáveis a partir do momento em que a população consegue acessar o seu local de trabalho", diz Gregori. Redução de veículos particulares nas ruas, diminuição do congestionamento, menos tempo perdido no trânsito e, consequentemente, maior produtividade do sistema é outra lógica favorável à gratuidade. Os especialistas apontam ainda que com a diminuição do trânsito o próprio custo do transporte público por passageiro cairia significativamente.

Já o professor Diogenes Costa, especialista em Mobilidade Urbana da Unicamp, acredita que o tamanho continental do Brasil e a complexidade das vias urbanas impedem a aplicação da tarifa zero em cidades maiores. A qualidade do transporte público já oferecido somada a um aumento significativo da demanda que a ausência de cobrança geraria geram questionamentos.

Tarifa cara

A tarifa de transporte em São Paulo está cara. Apesar da discussão em relação à viabilidade de uma tarifa zero na cidade, essa é uma opinião unânime entre os especialistas contatados pela reportagem. O subsídio existente e a recente isenção do PIS e do Cofins não seriam os únicos instrumentos para reduzir o preço das passagens, acreditam. Entre outras medidas, eles destacaram a desoneração de outros impostos, como do IPI sobre componentes dos veículos, o subsídio de combustíveis e a realocação de investimentos hoje voltados para o transporte individual. "É totalmente possível reduzir a tarifa atual", afirma o ex-secretário.

MagLev-Cobra uma linha experimental.


MagLev-Cobra
Trem de levitação magnética brasileiro começa a ser construído

Com informações da Faperj - 23/05/2013


 

O trem de levitação magnética possui uma eficiência energética quase 20 vintes maior do que a de um ônibus a diesel. [Imagem: COPPE/UFRJ]

Levitação brasileira

Dentro de um ano, os frequentadores do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) poderão usar o primeiro trem que levita da América Latina.

Já começaram as obras da construção da estação de embarque do Maglev-Cobra, o trem de levitação magnética da Coppe/UFRJ, que ligará inicialmente os dois centros de tecnologia do campus.

A implantação do Maglev-Cobra é fruto de convênios firmados com o BNDES e com a FAPERJ (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), envolvendo investimentos de R$ 10,5 milhões.

Desenvolvido no Laboratório de Aplicações de Supercondutores (Lasup) da Coppe, sob a coordenação do professor Richard Stephan, o Maglev-Cobra terá capacidade para transportar até 30 passageiros em quatro módulos, que estão sendo construídos na Cidade Universitária pela empresa Holos.

"O Maglev-Cobra coloca o Brasil em lugar de destaque no desenvolvimento de tecnologias de levitação", afirma o professor Richard Stephan.

Segundo ele, a China e a Alemanha estão criando, no momento, protótipos em laboratório com essa tecnologia, mas o Brasil já está construindo uma linha operacional.

O veículo, que dispensa rodas, não emite ruído e nem gases de efeito estufa, entrará em operação em 2014, antes da Copa do Mundo, percorrendo um trajeto de 200 metros.

 

"O Maglev-Cobra coloca o Brasil em lugar de destaque no desenvolvimento de tecnologias de levitação." [Imagem: COPPE/UFRJ]

Supercondutores

Além de sustentável, o veículo também é econômico. Suas obras de infraestrutura chegam a ser 70% mais baratas do que as obras do metrô subterrâneo, com muito menos impacto na vida da cidade.

A construção de um metrô no Rio de Janeiro tem o custo de R$ 100 milhões por quilômetro. Já o trem de levitação, calculam os pesquisadores, poderá ser implantado por cerca de R$ 33 milhões por quilômetro.

"Na área de transporte público, podemos dizer que o Maglev é um dos veículos mais limpos do mundo, em termos de emissões. Trata-se de uma solução para o transporte urbano, perfeitamente adaptável a qualquer tipo de topografia", ressalta Stephan.

O pioneirismo do Maglev-Cobra está na utilização da técnica de levitação com emprego de supercondutores e ímãs de terras raras.

Os supercondutores são refrigerados com nitrogênio líquido a uma temperatura de -196ºC. Um protótipo funcional utilizado hoje no laboratório de testes desliza por um trilho de 12 metros, com 8 passageiros.

Movido a energia elétrica, o Maglev possui baixo consumo de energia, cerca de 25 kJ/pkm (unidade que mede a quantidade de energia gasta para transportar cada passageiro por um quilômetro).

Para se ter ideia da vantagem da tecnologia em termos de eficiência energética, o consumo de um ônibus comum é de 400 kJ/pkm e o de um avião é de 1.200 kJ/pkm.

sábado, 10 de julho de 2010



JOM SAAVEDRA

Deputado Estadual

50010









TREM ATÉ A CINELÂNDIA


PODEMOS FAZER
SÓ DEPENDE DE VOCÊ

É viável
É barato
É POSSÍVEL


Você já pensou em ir de trem direto até a cidade?
Sem precisar fazer essas tresloucadas manobras de baldeação no Metrô?
Tratando VOCÊ com descaso, humilhação e de forma desumana, SENDO obrigado a sair do seu trem. Pegar o Metrô na Central ou mesmo que ainda pela estação de Interligação São Cristóvão. Onde na hora de pico você dificilmente consegue entrar sequer no vagão? Já pensou não fazer mais isso? Ter sua própria condução direta? Seja pelo trem convencional ou um Maglev – trem sobre trilho magnético, projetado na UFRJ, pronto que já pode entrar em uso até 1912. Um modal natural para substituir o trem metropolitano, com extensão até o centro da cidade e pela ponte chegar a Niteroi.
Isso pode se realizar. Os trens podem ir até a Cinelândia e ali também fazer a transferência para a zona sul pelo Metrô. Pode-se sair da Central, da Leopoldina e seguir pelo Cais do Porto, com aproveitamento da Perimetral, obra sujeita a demolição, pelos urbanistas. Trazendo a Rodoviária Novo Rio para a Estação Barão de Mauá, onde teríamos os 3 modais de atendimento a população. Implantando três estações com acesso ao Hospital dos Servidores, a Praça Mauá, passando pela Candelária, Barcas / Praça XV, Aeroporto / OAB indo até o seu terminal subterrâneo na Cinelândia, interligado ao Metrô, em uma única viagem. Desafogar o metrô Tijuca e Pavuna na hora do rush e todo o sistema rodoviário de ônibus no centro da cidade. Assinem abaixo-assinados na Central do Brasil com o PSOL.

CHEGA DE HUMILHAÇÃO COM A BALDEAÇÃO NO METRÔ
Mapa Ilustrativo





sexta-feira, 9 de julho de 2010

PROJETOS DE LEI E PROPOSTAS QUE VOU DEFENDER

TRANSPORTES:
1. TREM ATÉ A CINELÂNDIA.
Levar o trem convencional e futuramente o Maglev, além da Central, até a cidade com um terminal subterrâneo na Cinelândia, fazendo outra conexão com o Metrô.

2. TREM COM VAGÃO PARA BICICLETAS.
Dispor todo trem com um vagão estruturado com um bicicletário, para todos os usuários que necessitam desse meio de transporte, seja na sua origem, como no seu destino. Assim como também, dispor o Metrô de um vagão nos mesmos moldes.

3. TREM COM STANDS DE VENDA:
Dotar todo vagão de trem com stands para vendas aos usuários dinamizando o comércio desordenado e impróprio atual com aproveitamento da mão de obra dos atuais camelõs.

4. VAGÕES ESPECIAIS.
Vagão Feminino. Retomar o uso do vagão feminino com horários determinados.
Vagão do Culto Evangélico. Sem discriminação retornar essa cultura do usuário do trem, dispondo de um vagão único com horário determinado.

5. VIAS SUBTERRÂNEAS COM VIAS RODOVIÁRIAS NA SUPERFÍCIE.
Projetar vias férreas subterrâneas, das cinco linhas com trem convencional ou futuramente o trem com tecnologia de levitação magnética, sendo na superfície vias expressas rodoviárias sob concessão, para suplir todo o sistema de transporte, inclusive investimento na implantanção do MagLev-Cobra.

6. TERMINAL RODOVIÁRIO NA ESTAÇÃO BARÃO DE MAUÁ-LEOPOLDINA
Transferir o Terminal Rodoviário Novo-Rio do Cais do Porto para a Estação Barão de Mauá-Leopoldina, com uma grande estação de interligação dos 3 modais; Trem-Metrô-Ônibus.

7. TREM MAGLEV-COBRA PARA NITERÓI, SÃO GONÇALO.
Implantar a rede ferroviária do trem Maglev-Cobra, utilizando a Ponte Rio-Niterói para as cidades de Niterói, São Gonçalo e as cidades do Petróleo Campos e Macaé.

EMPREGOS:
8. VALE-VESTUÁRIO.
Implantar o Vale-Vestuário, para o trabalhador suprir sua necessidade de vestimenta no trabalho. (Estadual)

9. DIARISTAS. Diarista não é Empregada Doméstica. Elaborar contratos de Diaristas para trabalho por 3 dias por semana sem implicar em adicionais custos para patrões de baixa renda, aumentando as ofertas de trabalho e maiores rendimentos das diaristas. (Estadual)

EDUCAÇÃO:
10. ENSINOS FUNDAMENTAL, MÉDIO E SUPERIOR PELA INTERNET PARA ADULTOS.
Ensino Fundamental, Médio e Superior (parcial seletivo), pela Internet, com diploma reconhecido pelo Ministério da Educação. (Federal)

TURISMO:
11. CARNAVAL WORLD.
Espaço em Parque Temático de desfiles de Escolas de Samba para turistas durante todo o ano.(Municipal)

12. INTERNET TURISTICA. Dotar locais turisticos com web-cam para divulgação em todo o mundo de turistas passeando no Pão de Açúcar, Praia de Copacabana, Cristo Redentor.(Municipal)

UTILIDADE PÚBLICA:
13. PLACA DE BANHEIRO EM BANCOS PARA IDOSOS.
Tornar obrigatorio a fixação na rede bancária, de placa indicativa nos guichês dos idosos e preferenciais, de existência de banheiro para o público, nas dependências do banco, em cumprimento a Lei Estadual incompleta. Muitos são doentes e desconhecem essa utilidade, porque não é divulgado pelo banco, com desculpa de que será utilizado por pessoas de fora. (Estadual)
14. POLICIA ESPECIALIZADA:
Criação de uma Policia Especializada em punir e cuidar contra confinamentos e maus-tratos a cães e outros animais domésticos.

MORADIA:
15. PRÉDIOS ABANDONADOS COM OCUPAÇÃO IRREGULAR.
Todo prédio, galpão ou área, abandonado por seus donos, sejam de imediato entregues pelo estado, para administração em caráter provisório, amparado por lei, à Instituições, com propósitos de serviços de utilidade pública. (Estadual)

CULTURA:
16. PALCO DE ARTES no Largo da Carioca para apresentação de artistas de ruas, com programação oficializada. (Municipal)

ESPORTES:
17. PATROCÍNIO.
Permitir que contrato de patrocinadores com Clubes em dívida com Estado, possa ser deduzido em até 50% (cinquenta por cento) de seus valores, até findar a divida sem impedir suas negociações financeiras.

Buscando uma solução para a nossa sociedade trabalhadora sofrida, dando mais dignidade ao seu transporte:

1. O trem convencional dar continuidade ao seu trajeto da Central até a Cinelândia, percorrendo a orla da cidade, ou seja a parte da Perimetral, em grande parte em área disponível, conforme mapa em anexo;
2. O trem Maglev-Cobra (trem sobre trilho magnético projetado e pronto pela equipe do Prof. Richard M. Stephan do Lasup no COPPE - UFRJ), ser utilizado substituindo o convencional;
3. Para atender a Praça Mauá, Praça XV/Aeroporto Santos Dumont com os trens vindo da Central com destino ao Terminal na Cinelândia;
4. A transferência da Rodoviária Novo Rio para a área da Estação Barão de Mauá-Leopoldina, sendo atendida pela ferrovia também, em direção a Estação da Central, Cinelândia e ao Metrô;
5. O Terminal da Cinelândia seria, além da Central, outra estação de integração com o Metrô, para os que se dirigem a zona sul da cidade, sendo uma estação subterrânea;
6. O transporte rodoviário dentro da cidade, reconfigurado, traria maior facilitadade, fluindo melhor o transito;
7. O Metrô estaria atendendo sua função básica de transporte para os usuários de trens, que não se dirigem ao centro da cidade, aliviando e dando conforto aos que o utilizam com destino a zona sul;
8. Os usuários dos trens suburbanos, cerca de 350 mil diários, se beneficiariam em utilizar apenas um transporte, da sua origem até o seu destino, no caso o centro da cidade e pagar uma única passagem numa só viagem, sem as baldeações e transferências a que são obrigados;

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Filiação ao PSOL



Ato de Assinatura de Filiação de Jom Saavedra no PSOL - Buraco do Lume -Rio de Janeiro, RJ.


Projeto "TREM ATÉ A CINELÂNDIA"

Noticias


Companhia do Metrô cria filas nos guichês para atrair vendas do Cartão Pré-Pago.


terça-feira, 23 de junho de 2009

Vista Aérea do Trecho da Estação Praça XV
















Vindo da esquerda, pela Perimetral em 2 linhas, a Estação da Praça XV tem o espaço necessário para agrupar as 4 linhas do sistema até o Terminal da Cinelândia. À direita, a continuação pela Perimetral indo em direção a Praça Antenor Fagundes, em frente ao Aeroporto Santos Dumont, onde no Aterro ganha o túnel para no subsolo ter-se o Terminal Subterrâneo da Estação da Cinelândia, com plataformas para embarque e desembarque com integração também com o Metrô, e outras 2 plataformas de retenção, conforme a demanda do horário.