segunda-feira, 22 de julho de 2013

Novos trólebus de 15 metros com marcha autônoma começam a circular em São Paulo

 


Começaram a circular as 10 primeiras unidades dos trólebus de 15 metros de carroceria Caio BRT em São Paulo, veículos estes que fazem parte do segundo lote de 50 carros, que completarão 101 trólebus com chassi Scania. Outras 5 devem começar a operar nos próximos dias.
Com mudanças na armação superior, sendo mais alongada até a parte traseira do ônibus, estes trólebus possuem sistema de baterias, que dão autonomia ao veículo a andar de 5 a 7 km sem estar conectado com a rede elétrica, minimizando as frequentes falhas que o sistema registra todos os dias.
Depois da chegada deste lote, São Paulo vai receber mais 10 trólebus de 12,5 metros da mesma carroceria, só que com o inédito chassi Volkswagen MAN para esta aplicação. Só que estas unidades não serão dotadas da tecnologia de baterias. Apenas 51, dos 202 trólebus que operam na cidade terão esta funcionalidade.
 VLT de RECIFE-PE




O VLT de Recife é um sistema de metrô de superficíe que está sendo implantado na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco.  O modelo foi apresentado pelo Governo do Estado como alternativa para melhorar a mobilidade urbana do Recife durante e após a Copa do Mundo FIFA de 2014.
O sistema VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) terá 30,0 km de extensão , e foram gastos pela CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) R$ 110 milhões . O sistema terá 60 estações ao total ('com as atuais') e terá 6 linhas . ]

Dados do VLT

O VLT recifense prevê um sistema com 7 metrôs e 4 composições cada . Cada um dessas composições comporta até 200 passageiros . O intervalo será entre 5 e 11 minutos e no horário de pico poderá ter uma demanda de até 10 mil passageiros . A tarifa prevista , é de R$ 1,95 . Cada uma das estações deverá receber um módulo de transporte coletivo tradicional (Ônibus).
A velocidade máxima pode atingir 100 quilômetros por hora (km/h) mas a média de velocidade vai ficar em 50 quilômetros por hora (km/h) .

Tabela do Sistema

 

LinhaTerminaisExtensão (km)EstaçõesDuração das viagens (min)Funcionamento
1Camaragibe ↔ Moreno ↔ Recife2020Entre 5 e 15Todas,exceto a estação de Moreno
2Jardim São Paulo ↔ Macaxeira------Aproximados de 15------Em Obras
3Ilha do Leite ↔ PE-15------12Entre 5 e 20Em Obras
4Largo da Paz ↔ Cajueiro Seco------12------Todas
5Cabo de Santo Agostinho ↔ Massangana------7------1
6Cajueiro Seco ↔ Curado------5 (exceto 2 que são as que integram)------3 em obras







 

TREM COM DISPOSIÇÃO DE MUITOS ERROS SOCIO-AMBIENTAIS EM SEU INTERIOR

Chinês CNR 2012
 
 
Da serie: Mobilidade urbana Supervia
Conceito errado de transporte coletivo em modal ferroviario, visando o transporte em massa, sem preocupação com o passageiro e seu bem estar socio ambiental. Todos voltados para o maior numero de pessoas em pé do que sentados. Nota-se os corredores amplos e largos e os assentos de forma desconfortavel à viagem. Os balaustres pega-mão em locais estratégicos para agrupar maior numero de pessoas descendo o indice de ocupação ao nível mais alto entre 9/10 por m², no mínimo.

 TREM CHINES DA CNR COM MUITOS ERROS de CONFIGURAÇÃO INTERNA.
Bancos de menos, mau posicionados de lado e de costas, balaustres demais e em posição entre portas bloqueando entradas e saidas, muitos espaços nos corredores como prioridade, podendo levar ate 1000 pessoas em pé contra 600 sentadas, ar condicionado sem aferição correta de termostato, que passa dos 27 graus para até 16 graus, sem nenhum controle, causando desconforto e gerando alto grau socio ambiental aos usuarios.


 
 
 
Coreano/Rothem 2010

sexta-feira, 14 de junho de 2013

 

Transporte gratuito é realidade em cidades brasileiras

GABRIELA VIEIRA
Agência Estado 14.06.2013. 07:05 hs.
A tarifa zero para o transporte coletivo, uma das bandeiras levantadas pelos manifestantes que protestam contra o aumento da passagem em São Paulo, já é uma realidade em cidades do interior do Brasil. Os municípios de Porto Real, no Rio de Janeiro, Ivaiporã, no Paraná, e Agudos, em São Paulo, oferecem a gratuidade do transporte.

Somadas, as populações das três cidades não ultrapassam os 100 mil habitantes, enquanto a capital paulista possui mais de 11 milhões de moradores, de acordo com o último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da diferença de tamanho territorial e populacional, alguns especialistas nas áreas de Mobilidade Urbana e Administração Pública acreditam ser possível a aplicação da tarifa zero na capital.

"A tarifa zero independe do tamanho da cidade. Ela é possível, mas depende do planejamento financeiro de cada município. Numa cidade do tamanho de São Paulo, o planejamento técnico precisa ser muito maior, além de envolver também os governos estadual e federal", explica Lúcio Gregori, que foi secretário de Transportes da cidade durante a gestão de Luiza Erundina (PT), em 1990. Ele foi responsável pelo projeto da tarifa zero para a cidade, que acabou não sendo votada pela Câmara de Vereadores na época.

Gregori afirma que a gratuidade do transporte coletivo já é uma realidade - e bem sucedida - em cidades de médio porte em outros países. "Nos Estados Unidos, há 32 cidades com média de 400 a 500 mil habitantes que adotam a tarifa zero". Especialistas em Mobilidade Urbana e Administração Pública da Unicamp e da Unesp também destacam a experiência em diversas cidades de médio porte da Europa, entre elas a capital da Estônia, Talinn. Sidney, na Austrália, também oferece linhas de ônibus gratuitas. No Brasil, a cidade de Paulínia, que fica a 118 km de São Paulo e tem mais de 82 mil habitantes, teve tarifa zero até 1990.

Na época em que administrava a pasta, a proposta de Gregori era subsidiar as tarifas dos ônibus (de responsabilidade da Prefeitura) com a arrecadação do IPTU - que é um tributo municipal. A ideia era realizar um aumento proporcional ao valor do imóvel, "assim casas de luxo e imóveis comerciais teriam uma elevação maior de tributo". Segundo o ex-secretário, o projeto não chegou nem a ser votado por disputa política e de interesse econômico das empresas que detêm a concessão dos transportes. "Mas uma pesquisa feita em dezembro de 1990 revelou que 76% da população era favorável ao aumento do imposto, desde que destinado ao transporte público."

Segundo as secretarias de Transporte das cidades brasileiras que praticam a tarifa zero, o subsídio é 100% sustentado pela arrecadação municipal, mas não exclusivamente do IPTU. "A tarifa zero é uma questão de investimento do transporte coletivo em detrimento do individual, de socialização dos recursos do transporte urbano", resume o especialista em Administração Pública da Unesp, Álvaro Guedes.

Prós e Contras

Quem defende a ideia argumenta que o transporte coletivo gratuito traz ganhos econômicos para a cidade. "Em primeiro lugar todas as atividades econômicas só são viáveis a partir do momento em que a população consegue acessar o seu local de trabalho", diz Gregori. Redução de veículos particulares nas ruas, diminuição do congestionamento, menos tempo perdido no trânsito e, consequentemente, maior produtividade do sistema é outra lógica favorável à gratuidade. Os especialistas apontam ainda que com a diminuição do trânsito o próprio custo do transporte público por passageiro cairia significativamente.

Já o professor Diogenes Costa, especialista em Mobilidade Urbana da Unicamp, acredita que o tamanho continental do Brasil e a complexidade das vias urbanas impedem a aplicação da tarifa zero em cidades maiores. A qualidade do transporte público já oferecido somada a um aumento significativo da demanda que a ausência de cobrança geraria geram questionamentos.

Tarifa cara

A tarifa de transporte em São Paulo está cara. Apesar da discussão em relação à viabilidade de uma tarifa zero na cidade, essa é uma opinião unânime entre os especialistas contatados pela reportagem. O subsídio existente e a recente isenção do PIS e do Cofins não seriam os únicos instrumentos para reduzir o preço das passagens, acreditam. Entre outras medidas, eles destacaram a desoneração de outros impostos, como do IPI sobre componentes dos veículos, o subsídio de combustíveis e a realocação de investimentos hoje voltados para o transporte individual. "É totalmente possível reduzir a tarifa atual", afirma o ex-secretário.

MagLev-Cobra uma linha experimental.


MagLev-Cobra
Trem de levitação magnética brasileiro começa a ser construído

Com informações da Faperj - 23/05/2013


 

O trem de levitação magnética possui uma eficiência energética quase 20 vintes maior do que a de um ônibus a diesel. [Imagem: COPPE/UFRJ]

Levitação brasileira

Dentro de um ano, os frequentadores do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) poderão usar o primeiro trem que levita da América Latina.

Já começaram as obras da construção da estação de embarque do Maglev-Cobra, o trem de levitação magnética da Coppe/UFRJ, que ligará inicialmente os dois centros de tecnologia do campus.

A implantação do Maglev-Cobra é fruto de convênios firmados com o BNDES e com a FAPERJ (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), envolvendo investimentos de R$ 10,5 milhões.

Desenvolvido no Laboratório de Aplicações de Supercondutores (Lasup) da Coppe, sob a coordenação do professor Richard Stephan, o Maglev-Cobra terá capacidade para transportar até 30 passageiros em quatro módulos, que estão sendo construídos na Cidade Universitária pela empresa Holos.

"O Maglev-Cobra coloca o Brasil em lugar de destaque no desenvolvimento de tecnologias de levitação", afirma o professor Richard Stephan.

Segundo ele, a China e a Alemanha estão criando, no momento, protótipos em laboratório com essa tecnologia, mas o Brasil já está construindo uma linha operacional.

O veículo, que dispensa rodas, não emite ruído e nem gases de efeito estufa, entrará em operação em 2014, antes da Copa do Mundo, percorrendo um trajeto de 200 metros.

 

"O Maglev-Cobra coloca o Brasil em lugar de destaque no desenvolvimento de tecnologias de levitação." [Imagem: COPPE/UFRJ]

Supercondutores

Além de sustentável, o veículo também é econômico. Suas obras de infraestrutura chegam a ser 70% mais baratas do que as obras do metrô subterrâneo, com muito menos impacto na vida da cidade.

A construção de um metrô no Rio de Janeiro tem o custo de R$ 100 milhões por quilômetro. Já o trem de levitação, calculam os pesquisadores, poderá ser implantado por cerca de R$ 33 milhões por quilômetro.

"Na área de transporte público, podemos dizer que o Maglev é um dos veículos mais limpos do mundo, em termos de emissões. Trata-se de uma solução para o transporte urbano, perfeitamente adaptável a qualquer tipo de topografia", ressalta Stephan.

O pioneirismo do Maglev-Cobra está na utilização da técnica de levitação com emprego de supercondutores e ímãs de terras raras.

Os supercondutores são refrigerados com nitrogênio líquido a uma temperatura de -196ºC. Um protótipo funcional utilizado hoje no laboratório de testes desliza por um trilho de 12 metros, com 8 passageiros.

Movido a energia elétrica, o Maglev possui baixo consumo de energia, cerca de 25 kJ/pkm (unidade que mede a quantidade de energia gasta para transportar cada passageiro por um quilômetro).

Para se ter ideia da vantagem da tecnologia em termos de eficiência energética, o consumo de um ônibus comum é de 400 kJ/pkm e o de um avião é de 1.200 kJ/pkm.

sábado, 10 de julho de 2010



JOM SAAVEDRA

Deputado Estadual

50010









TREM ATÉ A CINELÂNDIA


PODEMOS FAZER
SÓ DEPENDE DE VOCÊ

É viável
É barato
É POSSÍVEL


Você já pensou em ir de trem direto até a cidade?
Sem precisar fazer essas tresloucadas manobras de baldeação no Metrô?
Tratando VOCÊ com descaso, humilhação e de forma desumana, SENDO obrigado a sair do seu trem. Pegar o Metrô na Central ou mesmo que ainda pela estação de Interligação São Cristóvão. Onde na hora de pico você dificilmente consegue entrar sequer no vagão? Já pensou não fazer mais isso? Ter sua própria condução direta? Seja pelo trem convencional ou um Maglev – trem sobre trilho magnético, projetado na UFRJ, pronto que já pode entrar em uso até 1912. Um modal natural para substituir o trem metropolitano, com extensão até o centro da cidade e pela ponte chegar a Niteroi.
Isso pode se realizar. Os trens podem ir até a Cinelândia e ali também fazer a transferência para a zona sul pelo Metrô. Pode-se sair da Central, da Leopoldina e seguir pelo Cais do Porto, com aproveitamento da Perimetral, obra sujeita a demolição, pelos urbanistas. Trazendo a Rodoviária Novo Rio para a Estação Barão de Mauá, onde teríamos os 3 modais de atendimento a população. Implantando três estações com acesso ao Hospital dos Servidores, a Praça Mauá, passando pela Candelária, Barcas / Praça XV, Aeroporto / OAB indo até o seu terminal subterrâneo na Cinelândia, interligado ao Metrô, em uma única viagem. Desafogar o metrô Tijuca e Pavuna na hora do rush e todo o sistema rodoviário de ônibus no centro da cidade. Assinem abaixo-assinados na Central do Brasil com o PSOL.

CHEGA DE HUMILHAÇÃO COM A BALDEAÇÃO NO METRÔ
Mapa Ilustrativo