| Deficiências do transporte de passageiros são debatidas na Coppe |
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
| Rio de Janeiro terá um carro para cada dois habitantes até 2020 |
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Novos trólebus de 15 metros com marcha autônoma começam a circular em São Paulo

Começaram a circular as 10 primeiras unidades dos trólebus de 15 metros de carroceria Caio BRT em São Paulo, veículos estes que fazem parte do segundo lote de 50 carros, que completarão 101 trólebus com chassi Scania. Outras 5 devem começar a operar nos próximos dias.
Com mudanças na armação superior, sendo mais alongada até a parte traseira do ônibus, estes trólebus possuem sistema de baterias, que dão autonomia ao veículo a andar de 5 a 7 km sem estar conectado com a rede elétrica, minimizando as frequentes falhas que o sistema registra todos os dias.
Depois da chegada deste lote, São Paulo vai receber mais 10 trólebus de 12,5 metros da mesma carroceria, só que com o inédito chassi Volkswagen MAN para esta aplicação. Só que estas unidades não serão dotadas da tecnologia de baterias. Apenas 51, dos 202 trólebus que operam na cidade terão esta funcionalidade.
Começaram a circular as 10 primeiras unidades dos trólebus de 15 metros de carroceria Caio BRT em São Paulo, veículos estes que fazem parte do segundo lote de 50 carros, que completarão 101 trólebus com chassi Scania. Outras 5 devem começar a operar nos próximos dias.
Com mudanças na armação superior, sendo mais alongada até a parte traseira do ônibus, estes trólebus possuem sistema de baterias, que dão autonomia ao veículo a andar de 5 a 7 km sem estar conectado com a rede elétrica, minimizando as frequentes falhas que o sistema registra todos os dias.
Depois da chegada deste lote, São Paulo vai receber mais 10 trólebus de 12,5 metros da mesma carroceria, só que com o inédito chassi Volkswagen MAN para esta aplicação. Só que estas unidades não serão dotadas da tecnologia de baterias. Apenas 51, dos 202 trólebus que operam na cidade terão esta funcionalidade.
VLT de RECIFE-PE

O VLT de Recife é um sistema de metrô de superficíe que está sendo implantado na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco. O modelo foi apresentado pelo Governo do Estado como alternativa para melhorar a mobilidade urbana do Recife durante e após a Copa do Mundo FIFA de 2014.
O sistema VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) terá 30,0 km de extensão , e foram gastos pela CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) R$ 110 milhões . O sistema terá 60 estações ao total ('com as atuais') e terá 6 linhas . ]
A velocidade máxima pode atingir 100 quilômetros por hora (km/h) mas a média de velocidade vai ficar em 50 quilômetros por hora (km/h) .

O VLT de Recife é um sistema de metrô de superficíe que está sendo implantado na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco. O modelo foi apresentado pelo Governo do Estado como alternativa para melhorar a mobilidade urbana do Recife durante e após a Copa do Mundo FIFA de 2014.
O sistema VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) terá 30,0 km de extensão , e foram gastos pela CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) R$ 110 milhões . O sistema terá 60 estações ao total ('com as atuais') e terá 6 linhas . ]
Dados do VLT
O VLT recifense prevê um sistema com 7 metrôs e 4 composições cada . Cada um dessas composições comporta até 200 passageiros . O intervalo será entre 5 e 11 minutos e no horário de pico poderá ter uma demanda de até 10 mil passageiros . A tarifa prevista , é de R$ 1,95 . Cada uma das estações deverá receber um módulo de transporte coletivo tradicional (Ônibus).A velocidade máxima pode atingir 100 quilômetros por hora (km/h) mas a média de velocidade vai ficar em 50 quilômetros por hora (km/h) .
Tabela do Sistema
| Linha | Terminais | Extensão (km) | Estações | Duração das viagens (min) | Funcionamento |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Camaragibe ↔ Moreno ↔ Recife | 20 | 20 | Entre 5 e 15 | Todas,exceto a estação de Moreno |
| 2 | Jardim São Paulo ↔ Macaxeira | ------ | Aproximados de 15 | ------ | Em Obras |
| 3 | Ilha do Leite ↔ PE-15 | ------ | 12 | Entre 5 e 20 | Em Obras |
| 4 | Largo da Paz ↔ Cajueiro Seco | ------ | 12 | ------ | Todas |
| 5 | Cabo de Santo Agostinho ↔ Massangana | ------ | 7 | ------ | 1 |
| 6 | Cajueiro Seco ↔ Curado | ------ | 5 (exceto 2 que são as que integram) | ------ | 3 em obras |
TREM COM DISPOSIÇÃO DE MUITOS ERROS SOCIO-AMBIENTAIS EM SEU INTERIOR
Chinês CNR 2012
Da serie: Mobilidade urbana Supervia
Conceito errado de transporte coletivo em modal ferroviario, visando o transporte em massa, sem preocupação com o passageiro e seu bem estar socio ambiental. Todos voltados para o maior numero de pessoas em pé do que sentados. Nota-se os corredores amplos e largos e os assentos de forma desconfortavel à viagem. Os balaustres pega-mão em locais estratégicos para agrupar maior numero de pessoas descendo o indice de ocupação ao nível mais alto entre 9/10 por m², no mínimo.
Conceito errado de transporte coletivo em modal ferroviario, visando o transporte em massa, sem preocupação com o passageiro e seu bem estar socio ambiental. Todos voltados para o maior numero de pessoas em pé do que sentados. Nota-se os corredores amplos e largos e os assentos de forma desconfortavel à viagem. Os balaustres pega-mão em locais estratégicos para agrupar maior numero de pessoas descendo o indice de ocupação ao nível mais alto entre 9/10 por m², no mínimo.
TREM CHINES DA CNR COM MUITOS ERROS de CONFIGURAÇÃO INTERNA.
Bancos de menos, mau posicionados de lado e de costas, balaustres demais e em posição entre portas bloqueando entradas e saidas, muitos espaços nos corredores como prioridade, podendo levar ate 1000 pessoas em pé contra 600 sentadas, ar condicionado sem aferição correta de termostato, que passa dos 27 graus para até 16 graus, sem nenhum controle, causando desconforto e gerando alto grau socio ambiental aos usuarios.
Coreano/Rothem 2010
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Transporte gratuito é realidade em cidades brasileiras
GABRIELA VIEIRAAgência Estado 14.06.2013. 07:05 hs.
A tarifa zero para o transporte coletivo, uma das bandeiras levantadas pelos manifestantes que protestam contra o aumento da passagem em São Paulo, já é uma realidade em cidades do interior do Brasil. Os municípios de Porto Real, no Rio de Janeiro, Ivaiporã, no Paraná, e Agudos, em São Paulo, oferecem a gratuidade do transporte.
Somadas, as populações das três cidades não ultrapassam os 100 mil habitantes, enquanto a capital paulista possui mais de 11 milhões de moradores, de acordo com o último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da diferença de tamanho territorial e populacional, alguns especialistas nas áreas de Mobilidade Urbana e Administração Pública acreditam ser possível a aplicação da tarifa zero na capital.
"A tarifa zero independe do tamanho da cidade. Ela é possível, mas depende do planejamento financeiro de cada município. Numa cidade do tamanho de São Paulo, o planejamento técnico precisa ser muito maior, além de envolver também os governos estadual e federal", explica Lúcio Gregori, que foi secretário de Transportes da cidade durante a gestão de Luiza Erundina (PT), em 1990. Ele foi responsável pelo projeto da tarifa zero para a cidade, que acabou não sendo votada pela Câmara de Vereadores na época.
Gregori afirma que a gratuidade do transporte coletivo já é uma realidade - e bem sucedida - em cidades de médio porte em outros países. "Nos Estados Unidos, há 32 cidades com média de 400 a 500 mil habitantes que adotam a tarifa zero". Especialistas em Mobilidade Urbana e Administração Pública da Unicamp e da Unesp também destacam a experiência em diversas cidades de médio porte da Europa, entre elas a capital da Estônia, Talinn. Sidney, na Austrália, também oferece linhas de ônibus gratuitas. No Brasil, a cidade de Paulínia, que fica a 118 km de São Paulo e tem mais de 82 mil habitantes, teve tarifa zero até 1990.
Na época em que administrava a pasta, a proposta de Gregori era subsidiar as tarifas dos ônibus (de responsabilidade da Prefeitura) com a arrecadação do IPTU - que é um tributo municipal. A ideia era realizar um aumento proporcional ao valor do imóvel, "assim casas de luxo e imóveis comerciais teriam uma elevação maior de tributo". Segundo o ex-secretário, o projeto não chegou nem a ser votado por disputa política e de interesse econômico das empresas que detêm a concessão dos transportes. "Mas uma pesquisa feita em dezembro de 1990 revelou que 76% da população era favorável ao aumento do imposto, desde que destinado ao transporte público."
Segundo as secretarias de Transporte das cidades brasileiras que praticam a tarifa zero, o subsídio é 100% sustentado pela arrecadação municipal, mas não exclusivamente do IPTU. "A tarifa zero é uma questão de investimento do transporte coletivo em detrimento do individual, de socialização dos recursos do transporte urbano", resume o especialista em Administração Pública da Unesp, Álvaro Guedes.
Prós e Contras
Quem defende a ideia argumenta que o transporte coletivo gratuito traz ganhos econômicos para a cidade. "Em primeiro lugar todas as atividades econômicas só são viáveis a partir do momento em que a população consegue acessar o seu local de trabalho", diz Gregori. Redução de veículos particulares nas ruas, diminuição do congestionamento, menos tempo perdido no trânsito e, consequentemente, maior produtividade do sistema é outra lógica favorável à gratuidade. Os especialistas apontam ainda que com a diminuição do trânsito o próprio custo do transporte público por passageiro cairia significativamente.
Já o professor Diogenes Costa, especialista em Mobilidade Urbana da Unicamp, acredita que o tamanho continental do Brasil e a complexidade das vias urbanas impedem a aplicação da tarifa zero em cidades maiores. A qualidade do transporte público já oferecido somada a um aumento significativo da demanda que a ausência de cobrança geraria geram questionamentos.
Tarifa cara
A tarifa de transporte em São Paulo está cara. Apesar da discussão em relação à viabilidade de uma tarifa zero na cidade, essa é uma opinião unânime entre os especialistas contatados pela reportagem. O subsídio existente e a recente isenção do PIS e do Cofins não seriam os únicos instrumentos para reduzir o preço das passagens, acreditam. Entre outras medidas, eles destacaram a desoneração de outros impostos, como do IPI sobre componentes dos veículos, o subsídio de combustíveis e a realocação de investimentos hoje voltados para o transporte individual. "É totalmente possível reduzir a tarifa atual", afirma o ex-secretário.
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