sexta-feira, 23 de junho de 2017

Um trem-bala francês equipado com um motor preparado e rodas especiais quebrou o recorde mundial de velocidade para trens convencionais ao atingir uma velocidade de 574,8 quilômetros por hora. O comboio preto e cromado com três vagões duplos, batizado como V150, superou por muito o recorde anterior, de 515,3 quilômetros por hora, registrado em 1990, também na França.A façanha ocorreu mais de 200 quilômetros ao leste de Paris numa nova linha férrea entre a capital francesa e Estrasburgo
http://www.youtube.com/watch?v=gZedSL6d7vY

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Após 50 anos de abandono, Brasil volta a investir no setor ferroviário


Após 50 anos de abandono, Brasil volta a investir no setor ferroviário

Ministério dos Transportes avalia a retomada de 14 trechos de ferrovias

 

 


Trens regionais de passageiros podem voltar a circular pelo Brasil (Foto: Thinkstock/Getty Images)

Viajar de trem pode voltar a ser um costume no Brasil. Após forte decadência do setor ferroviário no país, ocorrida na segunda metade do Século 20, o Governo Federal volta a investir nas estradas de ferro e já realiza estudos para implantar novos trens regionais de curta distância.

Tendo o trem de alta velocidade (TAV) Rio-São Paulo-Campinas como carro-chefe da retomada ferroviária, o país encara o desafio de voltar a investir em um transporte que foi deixado de lado em nome da priorização da indústria automobilística. As montadoras começaram a ganhar força no Brasil a partir do governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961), que promoveu o modal rodoviário ao posto de principal do país.

O projeto de retomada é em parte ousado e em parte conservador. De acordo com o Ministério dos Transportes, a intenção é criar uma malha de TAV ligando São Paulo a Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Brasília. Goiânia também é uma possibilidade. No entanto, somente o trecho Campinas-São Paulo-Rio está em vias de licitação. Os outros são apenas suposições.

Já a parte conservadora diz respeito aos trens regionais. A retomada está ancorada em um estudo realizado pelo BNDES e pela Coppe no começo da década passada, no qual apenas 14 trechos, de 64, são considerados viáveis. Destes, apenas três terão linhas mais longas que 200 km.

 


Governo investe em passageiros, mas prioriza carga
(Foto: Divulgação / Ministério dos Transportes)

Euler Costa Sampaio, coordenador do projeto de Trens Regionais de Passageiros do Ministério dos Transportes, vê necessidade de se realizar um novo estudo. “Ele foi concluído em 2002, já está antigo. O Brasil mudou muito de lá para cá. Vamos rearrumar esse estudo para identificar se há novas oportunidades”, garante.

O coordenador se diz surpreso com o interesse da população pelos trens. “As pessoas se fascinam. Fiquei impressionado com a participação na audiência pública de Caxias do Sul. A cidade parou para acompanhar. Havia entidades empresariais, políticas, de classe. O interesse é impressionante”, garante Sampaio, que destaca ainda a forte cobrança das pessoas após as audiências.

A intenção do Ministério dos Transportes, segundo Sampaio, é fazer com que o trem seja melhor que o ônibus, para que os viajantes queiram fazer a troca de modal. Todas as vias devem ser operadas por empresas concessionárias

Apesar da retomada dos trens, ele não acredita que viagens de passageiros de longas distâncias sejam implementadas. Um trecho Porto Alegre-Brasília, por exemplo, está descartado neste primeiro momento. Esse tipo de deslocamento deve ser feito somente por cargas, que poderão viajar o Brasil inteiro com a conclusão da Ferrovia Norte-Sul.

A obra tem muitos problemas e atrasos, mas é o foco de investimentos do Governo Federal na área de transportes. E mesmo que a prioridade sejam as cargas, nada impede que trens façam serviços de passageiros, segundo a Valec, empresa pública responsável pela venda de capacidade de transporte nas novas ferrovias federais. Basta que uma companhia se interesse. Após praticamente cinco décadas de abandono, o Brasil, que teve sua primeira estrada de ferro implantada ainda na época do Império, tenta retomar sua tradição de andar nos trilhos. É esperar para ver.

O transporte de produtos pereciveis feitos pela rodovia, causam problemas de atrasos, estradas esburacadas, perda dos produtos ao consumidor. Esse tranporte tinha de ser feito pelos trilhos. Maior eficiencia na entrega e conservação da qualidade do produto. Não afetaria a inflaçao, e consumiria menos energia e qualidade ambiental de poluicao.

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SUPERVIA E O MEIO AMBIENTE


Responsabilidade Social

A SuperVia tem como um de seus principais valores o Comprometimento. Por meio do programa VIDA, a empresa coloca em prática esse valor por meio de ações de responsabilidade social desenvolvidas nas estações, comunidades e escolas próximas à ferrovia. Conheça as principais ações do VIDA:

Multiplicadores Ambientais
A SuperVia promove um curso para voluntários das associações de moradores, com aulas sobre cidadania, saúde e meio ambiente. O objetivo é multiplicar a conscientização ambiental para reduzir o descarte incorreto do lixo.

Mutirão de Limpeza
Com o objetivo de reduzir os lixões, a SuperVia realiza periodicamente um mutirão de limpeza nas regiões, com o apoio das associações de moradores e órgãos públicos.

Blitz Ambiental
Através de um trabalho de porta em porta, um grupo da SuperVia busca conscientizar os moradores para reduzir os lixões existentes na linha férrea. Em 2006, existiam 156 lixões e esse número caiu para 40 em 2010.

Por Dentro da SuperVia
Durante o ano letivo, alunos de escolas próximas à ferrovia visitam a empresa e recebem palestras com foco sócio-educativo, transmitindo informações sobre cidadania, saúde e preservação do meio ambiente. Neste trabalho, o trem também é apresentado como um transporte considerado ecologicamente correto.

Dia da Ação Social
Esta ação tem o objetivo de despertar na população a consciência ambiental, o interesse pelo desenvolvimento sustentável e o descarte correto do lixo, levando ainda para os participantes diversos serviços e entretenimento.

SuperVia Criando Raízes
Iniciado em 2008, o projeto de reflorestamento tem o objetivo de arborizar áreas no entorno da linha férrea. Profissionais da SuperVia e pessoas de comunidades próximas às vias, plantaram cerca de 6 mil mudas que amenizam o efeito estufa, embelezam o local e não trazem riscos para a segurança operacional da empresa.

Recicla Rio
Juntamente com 5 cooperativas de reciclagem, a SuperVia realiza mostras, showroom de vendas com peças produzidas pelos artesões em ações sociais, campanhas de conscientização ambiental e palestras educativas sobre a gestão correta do lixo.


PROIBIÇÃO DO "VAGÃO DE CULTOS EVANGÉLICOS"


Justiça proíbe realização de cultos religiosos nos trens da Supervia

PROIBIÇÃO DO  "VAGÃO DE CULTOS EVANGÉLICOS"

(Desde 1970 tornou-se uma prática evangélicos no trajeto da viagem fazerem culto num vagão de trem. O que dissimilou para outros vagões).

RIO - A 7ª Vara Empresarial da Capital proibiu a realização de cultos religiosos nos vagões da SuperVia. A decisão atendeu ao pedido do Ministério Público. De acordo com a decisão, a concessionária terá que afixar avisos nas bilheterias e dentro dos trens informando ao público da decisão. A concessionária também será obrigada a informar sobre a possibilidade do uso de força coercitiva, pela autoridade competente, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

Em nota, no entanto, a SuperVia afirma que desde 2009 já cumpria uma determinação semelhante da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Segundo a concessionária, na ocasião foram realizadas reuniões com líderes de diversas religiões, que teriam se comprometido a cumprir a determinação. A SuperVia, no entanto, afirma que vai recorrer do valor da multa diária.

"É importante ressaltar que a empresa não faz nenhuma discriminação de caráter religioso", diz trecho da nota.

A ação civil pública movida pelo titular da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte, promotor de Justiça Rodrigo Terra, foi baseada num inquérito civil que registrou centenas de reclamações de passageiros dos trens.

 A decisão da 7ª Vara Empresarial da Capital de ter proibido a realização de cultos religiosos nos trens da SuperVia causou polêmica entre representantes de igrejas evangélicas. O pastor Silas Malafaia ressaltou que a prática de cultos nos trens já existe há mais de 40 anos. Portanto, não entende a proibição apenas agora. Questionado se a pregação não causaria constrangimento em fiéis de outras religiões dentro dos vagões, como argumenta o Ministério Público estadual na ação civil pública, Malafaia foi incisivo:

— Só agora os cultos estão incomodando? Ninguém fala da quantidade de pessoas que pensavam em se matar e desistiram depois de ouvir a palavra dos pregadores. Ou dos dependentes químicos que deixaram as drogas. O que é lixo moral tem ampla divulgação. Quero ver o promotor mandar acabar com a Parada Gay. Esta sim causa muito mais constrangimento às famílias brasileiras. Mas, é claro, não se pode falar nada, pois é homofobia. Só lamento a decisão da Justiça. Temos que acatar.

Veja também


De acordo com o promotor, as reclamações apontam que as manifestações religiosas incomodam grande parte dos usuários, por serem feitas com sol alto, por meio de entonação de cânticos, instrumentos musicais, gritarias e ofensas verbais àqueles que não comungam da mesma fé.

"Embora a maioria das reclamações se refiram a grupos evangélicos, o fato é que qualquer segmento religioso que adote práticas semelhantes, capazes de constranger ou causar desconforto aos usuários do serviço, não encontra nos vagões ferroviários o ambiente adequado para a manifestação de seu credo”, escreveu em seu pedido o promotor.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/justica-proibe-realizacao-de-cultos-religiosos-nos-trens-da-supervia-8598561#ixzz2VYxJjNVb
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A decisão, tomada no último dia 4, na verdade, veio ratificar uma liminar da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça que, em 2009, determinou o fim das pregações nos vagões, estabelecendo, inclusive, que a concessionária colasse avisos nas bilheterias e nos trens, comunicando a proibição de qualquer manifestação religiosa nas composições. Além disso, já naquela época, o usuário de trem teria que ser informado sobre a possibilidade de sua retirada por “força coercitiva”, se fosse necessário, caso desobedecesse à determinação.

A SuperVia, que já havia recorrido da sentença anterior, informou que acatou a decisão, mas vai impetrar um novo recurso questionando a pena de multa diária de R$ 5 mil, imposta pela Justiça, se a concessionária não informar quando tiver que usar a força para interromper os cultos. O pedido para a proibição das pregações nos vagões partiu de uma ação civil pública movida pelo promotor Rodrigo Terra, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte. Ele tomou como base o inquérito civil que registrou centenas de denúncias de passageiros dos trens sobre uso de som alto, gritarias e ofensas contra as pessoas que não eram da mesma religião.

Veto para qualquer culto

Em seu pedido, o promotor Rodrigo Terra argumentou: “Embora a maioria das reclamações se refira a grupos evangélicos, o fato é que qualquer segmento religioso que adote práticas semelhantes, capazes de constranger ou causar desconforto aos usuários do serviço, não encontra nos vagões ferroviários o ambiente adequado para a manifestação de seu credo”.

O presidente da Ordem dos Ministros Evangélicos no Brasil e Exterior (Omeb), Isaías Souza Maciel, argumentou que a Constituição dá ampla liberdade religiosa para qualquer segmento religioso cultuar e levar a palavra de Deus para qualquer local:

— Trata-se da opinião isolada de um promotor. Essa pessoa não conhece a Constituição. O que não pode acontecer é violar a lei do silêncio. Durante o dia, todo mundo faz barulho. Dentro dos vagões, todos têm liberdade. Ninguém fala desses trios elétricos por aí, com decibéis elevados.


Culto religioso em trem da Supervia é proibido sob multa de R$ 5 mil, no Rio

Empresa terá que colocar avisos em bilheterias e trens com o comunicado.
Inquérito civil já registrou mais de 100 queixas à concessionária.

Do G1 Rio

A 7ª Vara Empresarial da Capital decidiu multar diariamente em R$ 5 mil a SuperVia, caso a empresa não proíba a realização de cultos religiosos nos vagões dos trens, conforme ordenado pela Justiça em 2009. A determinação é favorável à ação civil pública ajuizada pelo titular da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte. O inquérito civil registrou mais de cem queixas à SuperVia que deve informar sobre a possibilidade do uso de força coercitiva caso a proibição às pregações seja desrespeitada. A concessionária informou que vai interpor o recurso da multa diária.

De acordo com a decisão, a empresa precisa providenciar a colocação de avisos em suas bilheterias e trens, comunicando ao público a proibição de cultos religiosos, de qualquer natureza, em seus vagões. A sentença determina ainda que a SuperVia deve adequar os avisos aos seus passageiros, aumentando o tamanho e utilizando cores chamativas de modo a torná-los mais visíveis.

Em nota, a Supervia informou que cumpre a decisão desde 2009, inclusive a de colocar avisos na bilheteria. Segundo a empresa, religiosos foram comunicados da decisão e concordaram em colaborar para que a decisão judicial seja cumprida.

De acordo com o promotor de Justiça Rodrigo Terra, as reclamações apontam que as manifestações religiosas incomodam grande parte dos usuários, por meio de entonação de cânticos, instrumentos musicais, gritarias e ofensas verbais àqueles que não comungam da mesma fé.

Multa divide opiniões
A proibição de manifestações religiosas sob pena de multa na Supervia dividiu opiniões dos usuários. "A pessoa pode se expressar onde quiser. De vez em quando é chato , mas acho um abuso de poder", disse a jornalista Débora Fernandes.

Já o técnico de informática Carlos Esteves é a favor da proibição. "Eu acho que cada um se manifesta da maneira que quer. Mas tem que ter um local apropriado, porque nem todos do trem gostam de ouvir", disse ele.

SUPERVIA RECLAMAÇÕES FREQUENTES DOS USUÁRIOS DOS TRENS


RECLAMAÇÕES FREQUENTES.

 

1.sobre o estado de conservação e limpeza das composições e seu interior , os mesmos circulam com muita sujeira tanto de Santa Cruz como da central deixando o ambiente sem condições de viajar . Os trens novos com as lixeiras pequenas não comportam muito lixo devido as mesmas serem mal projetadas assim como os tubos de apoio para quem viaja em pé , as pessoas de estatura baixa não conseguem segurar devido serem muito altos , o ar condicionado quando funciona bem ninguêm consegue permanecer muito tempo no seu interior ou quando não funciona acontece a mesma situação , será que esta condução não têm como regular a temperetura ambiente , fora os atrasos que são permanentes , passam três composições de Japeri para passar um Santa Cruz , porque ? Estas minhas reclamações são para melhorias porque escuto tanto anuncio da supervia e não vejo nada acontecer . Um abraço a todos .

 

2. depois de muito tempo foi inaugurado o bicicletário de saracuruna...e também colocar a bike no trem...isto foi bom nós deste ramal tão sofrido com os grandes intervalo entre um trem e outro ..pela manhâ é de 30 minutos...e também a construção de outra linha...espaço tem....dinheiro também tem ..só ta faltando boa vontade destes poderosos que dominam a supervia...até piabetá ...talvez meus netos consigam ver os trem elétricos chegarem lá......para a supervia ser uma grande empresa ainda tem muito que melhorar....

3.Precisa realmente de bastante limpeza no interior das composições. Principalmente para os NOVAS COMPOSIÇÕES que chegaram. Como por exemplo nos Ar Condicionados ter uma manutenção regular sempre; bancos etc. Agora queria fazer uma sugestão: Na estação de Ricardo de Albuquerque em especial - Não pode ter um lugar seguro para guardar Bicicletas. A caminhada é boa, ficaria melhor ainda com uma Bicicleta. Fica aí uma sugestão. Eu como usuario da Supervia quero sempre que esse meio de transporte no Brasil em especial no RIO traga qualidade e desenvolvimento para o nosso país. Reginaldo

4.super via uma merda ,ainda mais parando em s. critovão e silva freire na subida ....ai deve ter alguma puta (mae ) de algum diretor de merda da super via que deu essa idéia vcs estão fesendo um serviço de merda parabens (esse é meu desabafo)

5.Com certeza é o PIOR MEIO DE TRANSPORTE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. E deve ser um dos PIORES DO MUNDO !! Chega de enganar o povo supervia, faz algo que preste e pare de mentir, pq o sistema de trens que vocês gerenciam é PESSIMO, HORRIVEL E NOJENTO. Governo do Estado do Rio de janeiro PARE DE PRIVILEGIAR a SUPERVIA toma vergonha e trabalhe pelo povo !!! acorda Brasil !

6. "O caso dos camelós na SperVia...Vejo a supervia reprimindo os trabalhadores dentro do trem com tanta crueldade e desrespeito com os trabalhadores. A supervia coloca a policia militar e policia ferroviária federal para tomar dos camelós as suas mercadorias de trabalho, concordo que algumas são piratiadas mas a maioria são legais e isto é atestado através das notas fiscais e mesmo assim os policiais tanto militar quanto ferroviários e também os guradas da concercionária agridem e tomam as mercadorias de seus respectivos donos. Uma empreza composta por tantos engenheiros que nenhum deles entendeu um fato historico. A supervia poderia lucrar muito com a criação de uma carterinha de acesso a venda a estes "camelós" e a mesma estaria vinculada a uma taxa. Isto terminaria com essa ação desumana da supervia e será mais uma rentabilidade para a mesma. Após a abolição da escravatura os negros foram largados nessa sociedade que por sinal se conhece como brasileira, muitos negros deram a sua mão de obra em troca de " casa e comida" retornando ao velho estilo da escravidão. A grande maioria começo a fabricar peças artesanais e vender nas ruas. Coma construção da primeira ferrovia a longo prazo o negro começou vender sua iguarias nos trens e essa cultura persiste até hoje no entanto esta não se restringe só aos negros...Hoje vemos nos trens da supervia homens e mulheres, negros, brancos e pardos vendendo suas mercadorias nos trens.... Com está iniciativa a Supervia ira faturar e ainda poderpa criar um espaço cultural para expor o negro no Brasil Imperial, fortalecendo mais ainda o seu vinculo com a sociedade.... " usuário de trens.

SISTEMA FERROVIÁRIO TREM CONVENCIONAL/METROPOLITANO


SISTEMA FERROVIÁRIO TREM CONVENCIONAL/METROPOLITANO

SUPERVIA /  / CONSÓRCIOS

PROPRIETÁRIO:  Odebrecht (60%) e Fundo de Investimentos Estrangeiro (40%)

ODEBRECHT TransPort SA. É a empresa que administra o Consórcio da SuperVia, com um fundo de investimento estrangeiro, na concessão cedida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, em leilão por U$ 280 milhões, sendo U$ 30 milhões pagos ao Estado e os U$ 250 milhões investidos no sistema para melhorias ao longo dos anos. 

CONTRATO DE CONCESSÃO: 25 anos + 25 anos até 2048

MALHA FERROVIÁRIA E TRANSPORTES: Trem metropolitano, Teleférico e Ônibus

PRESIDENTE DA SUPERVIA:  Carlos Cunha

TARIFAS DAS PASSAGENS: Trem R$ 3,10, Trem+Ônibus R$ 4,25, Trem+Ônbus Baixada R$ 5,20, Trem+Metrô R$ 5,20, Trem+Teleférico R$ 6,00 e Teleférico R$ 2,95 e R$ 1,00 para morador.

EXTENSÃO DO SISTEMA:  252 km

NUMERO DE ESTAÇÕES:  100 de trem e 6 Teleférico

NUMERO DE LINHAS: 8 linhas férreas (1 em projeto) e 1 Teleférico

QUANTIDADE DE VEÍCULOS: 190 TUEs com 670 carros sendo 308 com ar condicionado e 152 Gôndolas (teleférico)

TRÁFEGO DE PASSAGEIROS: 560 mil/dia útil.Recorde de passageiros: 593.664 em 06.09.2012.

VELOCIDADE MÉDIA: 70 km/h

PROBLEMAS DE GESTÃO:  A concessão oferecida pelo Estado a Organização Odebrecht com foco em mobilidade urbana, tráfego rodoviário com pedágios, sistemas integrados de logística e aeroportos, tem o primordial empenho na lucravidade. Como o envolvimento desses projetos se incorporam a custos, o usuário em comum deixa de ser o principal beneficiário, passando a ser instrumento de descaso, falta de respeito, tratamentos desumanos e exploração nos preços dos serviços prestados, nem sempre com qualidade. O tráfego de trens, com composições compradas novas, pelo governo com empréstimos em fundos do Banco Mundial, sem terem uma simples manutenção que seja responsável, apenas tendo limpezas interna, e alguns antigos trens, sofrendo uma reposição de trocas de peças por canabalismo, resultando em sucatas sem outro uso, interferem diretamente na qualidade de serviços prestados ao usuário. Atrasos nos horários, má conservação dos trens, falta de segurança, superlotação, com riscos de assaltos, brigas, vendas de bebidas alcóolicas por ambulantes, tanto nas plataformas quanto dentro dos trens, maus tratos a passageiros, incômodos às mulheres, por constrangimentos com assédios íntimos, falta de ventilação, ar condicionados precários, estações com desniveis em relação aos novos trens, no seu interior a venda indiscriminada de produtos não confiáveis, num ambiente barulhento, alguns usando aparelhos de áudio falante, aumentando a poluição sonora, incomodando os passageiros cansados e sonolentos, nas viagens. A baldeação na Central do Brasil, com o metrô e ônibus, caso sigam para o centro da cidade, a exploração nos preços dessas passagens integradas. Desastres de descarilhamentos, paralisação no tráfego por quebra de comboios, roubos de eletrificação, conflitos pessoais entre seguranças e passageiros por falta de trens, e entre esses e os ambulantes, um serviço não autorizado, cancelamentos de trechos em terminais distantes sem avisos prévios, são alguns dos problemas quase diários que o usuário enfrenta na ida e vinda para o seu trabalho.

SOLUÇÕES PROVÁVEIS: 

1. Melhor conservação do equipamento rodante.

2. Mais composições trafegando para diminuir espaços nos horários.

3. Mais carros com ar condicionado.

4. Melhor serviço de segurança, com guardas mais bem preparados, inclusive embarcados.

5. Passagens mais baratas, diretas, de integração.

6. Gratuidade para doentes com tratamento comprovado na cidade.

7. Cumprimento nos horários sob penalização de multas pela Agetransp, especialmente quando cancelam trens em alguns trechos terminais.

8. Melhores condições de limpeza no interior dos trens.

9. Regularização de algum modo dos ambulantes.